quinta-feira, 15 de outubro de 2009

PLANEJAMENTO DA AULA DE ALFABETIZAÇÃO

Planejamento de Atividade

Escola Municipal Marcionílio Rosa
Professora: Alaídes Nascimento Nunes Pereira
Data: 22/09/09
Ano: 1º D
Turno: Vespertino
Tempo: 30 minutos
Conteúdo: Leitura

Objetivos: - Favorecer a reflexão dos alunos sobre o sistema alfabético de escrita, por meio da leitura de lista de animais.-
Acionar estratégias de leitura que permitam descobrir o que está escrito.
Procedimentos: (Para os alunos com aspectos quantitativos).
A atividade será realizada com os alunos que estão na hipótese de escrita sem valor sonoro.
Inicialmente informar para os alunos, o que está escrito nas fichas, a exemplo: TARTARUGA, RÃ, CAMELO E LEÃO. Em seguida, vamos pedir para que eles identifiquem onde está escrito cada palavra, associando com as figuras.
A atividade será realizada com os alunos: Leandro, Pedro e Janderson.
Procedimentos: (Para os alunos com aspectos qualitativos).
Será realizada uma atividade de leitura com nomes de animais, na qual os alunos: Vinícius, Daniela, Ryan, Orlando e Laísa participarão. Os alunos deverão localizar o nome de alguns animais, tais como: CAMELO, CAVALO, GATO E GALO, os quais estarão juntos da seguinte listagem de animais: GIRAFA, BOI, CACHORRO, BORBOLETA E COBRA.
Durante a realização da atividade, será realizado algumas intervenções de acordo com necessidade dos alunos.
COMPONENTES DO GRUPO:
ALAIDES NASCIMENTO;
ANA CRISTINA;
GERVASIO;
NÚBIA BARBOSA;
TÊILES BEATRIZ

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Terceiro Relatório do GEAC Inclusão Digital

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA
EM PEDAGOGIA/ENSINO FUNDAMENTAL / SÉRIES INICIAIS
PROFESSORA: MARIA HELENA BONILLA

Reflexão sobre o texto O que é cidade Digital?

No dia 05 de outubro de 2009 nos reunimos na casa de Elizabete das 19:00 às 21:00 horas para mais um encontro com o grupo do GEAC de Inclusão com as componentes: Alaides, Ana Cristina, Elizabete, Núbia Barbosa e Têiles Beatriz, para estudar o texto “O que é cidade Digital” de André Lemos, no qual discutimos sobre a importância de uma cidade se desenvolver nos aspectos sociais e tecnológicos.Segundo o texto de André Lemos “ As cidades digitais são as cidades da globalização”, onde as redes telemáticas fazem parte da vida cotidiana e constitui como infra- estrutura básica e hegemônica da época.Diante da globalização percebemos que há uma necessidade de investir nas políticas públicas para acompanhar os avanços tecnológicos, visto que esses já é uma realidade.Compreendemos então que o significado do termo cidade digital se refere aos projetos governamentais, privados / e ou da sociedade civil que visam criar uma representação política sobre uma determinada área urbana.As cidades digitais no entanto vem contribuindo para que a sociedade em geral possa usufruir dessa tecnologia incluindo digitalmente as comunidades.O objetivo é criar interfaces entre o espaço eletrônico e o espaço físico através de oferecimento de telecentros, tele portos, quiosque,multimídia e áreas de acesso e serviços, com uma meta de levar internet banda larga para todo país, favorecendo aos usuários a participar de vários ambientes virtuais, discutindo e interagindo com outras pessoas de qualquer parte do mundo.Atualmente as cidades virtuais estão se transformando pouco a pouco e percebemos pela leitura do texto que o Brasil tem investido nas políticas públicas no âmbito Federal necessitando de mais investimento nas políticas estaduais e municipais.
Componente:
Alaides Nascimento Nunes Pereira
Ana Cristina F. de Souza Cordeiro
Elizabete Rodrigues Novais
Núbia Barbosa dos Santos
Têiles Beatriz Meira de Freitas.

Primeiro relatório de inclusão digital

Universidade Federal da Bahia- UFBA
Faculdade de Educação- FACED
Professora- Maria Helena Bonilla
Ciclo-03

Relatório do primeiro encontro de Incusão Digital

No dia 28 de agosto nos reunimos na casa da cursista Alaides das 19:00 até ás 21:00 horas, para um estudo sistemático onde discutimos sobre o texto Inclusão Digital nas escolas, de maria Helena Silveira Bonilla.Chegamos a conclusão que, o que estamos vivenciando nas escolas ainda não é uma Inclusão Digital. Não basta ter somente os computadores, é preciso capacitar os profissionais, para que possamos ajudar nossos alunos a construir conhecimentos no mundo digital.Nelson Pretto, em entrevista à Revista A Rede afirma que, colocar computadores, recursos multimídias e outros para a mesma educação tradicional, de consumo de informações é um équivoco. Ou nós trazemos essas tecnologias com a perspectiva de modificar a forma de como se ensina e de como se aprende. E isso significa, fundamentalmente, a interatividade e a possibilidade da interatividade como sendo o grande elemento modificador dessas relações.Percebemos que incluir digitalmente é possibilitar ao aluno e comunidade em geral o acesso das tecnologias, onde venha favorecer a troca de conhecimentos, visando o bem estar de todos.Cursistas:Alaides Nascimento Nunes Pereira, Ana Cristina de Souza Cordeiro, Elizabete Rodrigues Novais Ribas, Núbia Barbosa dos Santos e Têiles Beatriz Meira de Freitas.

Obs: A cursista Ana Cristina se encontra internada em Salvador, porém deixou suas contribuições para auto ajuda do grupo.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

GEAC DE INCLUSÃO DIGITAL





No dia 01 de setembro nos reunimos para discurtirmos o texto de Maria Helena Bonilla. O Brasil e a alfabetização digital.diante do texto que lemos percebemos que a alfabetização digital, não é somente teoria e sim teoria e prática, o conhecimento é importante no entanto necessita estar em constante acesso com as tecnologias para acompanhar os avanços.Segundo Maria Helena Bonilla, no ano de 2001 já existia uma meta que um em cada cinco brasileiros atinja um nível de alfabetização digital mínimo até 2003. Percebemos que em relação à 2003 já temos um avanço bastante significativo, hoje já notamos que as políticas públicas a nível federal tem investido, instalando infocentros, telecentros, com a intenção de induzir alunos e comunidade em geral.Encontro realizado na casa de Bete das 19:00 ás 21:00 horas.


Cursistas:Alaides Nascimento , Ana Cristina, Elizabete, núbia Barbosa e Têiles Beatriz

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

ESCOLA E FAMÍLIA

ESSA É A PARCERIA QUE PRECISAMOS NA ESCOLA
Foto do projeto de leitura do gelit do primeiro ciclo
RELAÇÃO FAMÍLIA E ESCOLA

Falar em direito à educação é, em primeiro lugar, reconhecer o papel indispensável dos fatores sociais na própria formação do individuo.
Piaget (1988)


No dia vinte e dois de agosto de dois mil e nove tivemos uma palestra, atividade oferecida no terceiro ciclo pela UFBA, com o professor Ivan Farias com o tema Educação, Escola e Família, no qual iniciamos a discussão sobre a origem da palavra família, que veio do latim “famulus”, e que significa escravo domestico, grupo que você está ligado para a vida toda. O termo família está ligado ao parentesco, por laços de sangue, sentimentos, cultura e amor. E dentro da família define seus direitos, obrigações, lealdades e sentimentos.
A primeira educação da criança deve começar no âmbito familiar, e cabe a escola o papel de complementar essa educação. E percebemos que muitos estão deixando a responsabilidade de educar somente com a escola. Porém a escola não deve ser vista para resolver ou reduzir um problema de injustiça social, pois valores e princípios cabem mais a família.
Segundo pesquisas feita pela Revista VEJA Edição, de 05 de agosto traz uma matéria muito importante sobre a participação dos pais no bom desempenho dos ALUNOS NA ESCOLA. “Nada é tão decisivo para um bom rendimento escolar quanto o incentivo dos pais para os estudos”.
A escola tem um papel fundamental na elaboração, execução e divulgação dos bons trabalhos, e, a família e comunidade têm o papel de apoiar esse trabalho em parceria com a escola.
Na palestra o professor nos fez refletir sobre algumas ações que vem acontecendo nas escolas em geral, como:
As reuniões de pais estão se tornando monótona.
A forma de como os pais é recebido nas escolas.
O os pais sabem realmente, sobre o que é escola?
E que, até a metade do século xx, a família e a escola tinham papeis bem definidas. E a partir da metade do século xx, a escola não se preparou para assumir funções diferentes.
A escola precisa reconquistar o espaço publico. E a relação família e escola precisam ser mais reflexivas.

domingo, 16 de agosto de 2009

INCLUSÃO DIGITAL

De que servirá o LAPTOP se cairmos na mesmice.
Depois de duas aulas com a professora Maria Helena Bonila sobre inclusão digital na qual tivemos a oportunidade de refletirmos sobre as idéias, concepções, ações e projetos implantados pelo governo no país. Contudo, percebi que ainda estamos longe para considerarmos incluidos nesse processo.

Sabemos que muitas comunidades conta hoje com os telecentros, e muitas escolas com os infocentros para trabalharmos com os alunos dentro dessa pespequitiva de incluirmos nossos alunos nesse mundo tecnológico.


Embora o tempo de acesso a tecnológia por muitos alunos ainda seja muito restrito pela razão de números de alunos/números de máquinas disponivéis nas escolas. Sem contar que para muitos esse é o único contato que tem com a tecnologia.


Portanto a capacitação de professores é de grande importancia para iniciarmos um trabalho de inclusão digital, mas que não seja restrito somente ao manuseio dos aparelhos, pois precisamos ter a preocupação de que incluir no mundo digital remete a busca da reflexão, da criação, da interação e da inovação como produtores de informação e conhecimento.


Não podemos mais pensar em inclusão digital como simplesmente ter acesso aos recursos tecnologicos.